my thesis

19 Mar 2019 / Leonardo Barichello

My thesis, An investigation into how low achieving secondary students learn fractions through visual representations, developed at the University of Nottingham and funded by the university and CAPES, is finally available online for download:

  • Download of my thesis
  • The abstract is:

    The gap between low and high achievers is a worldwide concern in Education, especially when it comes to mathematics. One way of facing this issue is by investigating the learning processes of those disadvantaged students at a classroom level. Bearing this in mind, I started my research by observing lessons for low achieving students in an underperforming school in England. After getting acquainted with the context, I designed lesson plans to teach fraction addition and subtraction following three design principles: lessons should enable students to build their knowledge about fractions on visual representations, students should have opportunities to solve tasks without being told how to do it beforehand and lesson plans should maintain some coherence with participant teachers’ current practices. The first principle is the most relevant for my findings, and its choice was based on the growing evidence pointing out the relevance of visual representations for mathematical learning and as a potential pathway to overcome some difficulties faced by low achieving students. Three teachers enacted the lesson plans with a different low achieving group each. Data was collected of the pupils’ working out, as registered in the worksheets, and also in the form of audio recordings, taken during the lessons, of my interactions with students about their thinking while solving the tasks. The data analysis revealed aspects of students’ learning through visual representations that were grouped into two major findings. Firstly, the lessons were successful in promoting reasoning anchored in visual representations, and enabled students to extend their knowledge beyond what was explicitly taught to them. Secondly, an apparent lack of visual skills and prior knowledge on multiplication restricted their engagement with some tasks. The final discussion focuses on the role of visual representations in the learning of mathematics in general, but mainly for low achieving students, and how this can be implemented in classrooms.

    mais uma apresentação feita com pandoc

    16 Feb 2019 / Leonardo Barichello

    Fui convidado a dar uma oficina sobre Scratch na Unesp de Rio Claro e montei uma apresentação bastante simples para usar ao longo da oficina. Como fiz com pandoc e beamer, achei que valia a pena compartilhar. Pra quem não consegue o processo, sugiro uma olhada nesse outro post.

    Dessa vez, eu usei o tema focus, que é bem simples e elegante. Ele funcionou diretamente. Só não consegui usar o slide de destaque, mas isso não chegou a fazer falta.

    Você pode baixar tanto o pdf final quando o arquivo em markdown que gerou a apresentação.

    O único problema que eu enfrentei dessa vez tem a ver com o uso de caracteres especiais em português. O pdf não compilava de jeito nenhum até eu forçar o uso do xelatex como engine. Para poder fazer isso, tive que instalar o pacote texlive-xetex e depois acrescentar um parâmetro na compilação:

    pandoc arquivo.md -t beamer --latex-engine=xelatex -o slides.pdf
    

    maionese no mixer

    17 Dec 2018 / Leonardo Barichello

    Maionese sempre me pareceu uma coisa meio mística pra fazer em casa. Há quem diga que o ponto é difícil de atingir e fácil de perder, que é necessario fazer em ambiente frio ou gelar todos os utensílios que serão usados e por aí vai... Porém, há algumas semanas atrás eu vi esse video e pensei: "se a dela deu certo, eu também consigo!".

    Se você não conhecem, essa aí de cima é a Hannah e os vídeos dela cozinhando semi-bêbada são ótimos! (talvez não tanto do ponto de vista culinário, mas humorístico!). Vale a pena acompanhar o canal dela.

    Mas voltando à maionese, eu usei os ingredientes abaixo.

    1 colher de sopa de suco de limão
    1 colher de sopa rasa de mostarda (eu uso mostarda americana)
    2 gemas
    200 ml de óleo vegetal
    sal a gosto

    Antes de começar, tenho que contar que eu troquei 20 ml do óleo por azeite, simplesmente porque eu gosto mais de azeite! Porém, como no passado eu já tive problemas pra acertar uma maionese só com azeite, vou tentar aumentar essa quantidade progressivamente e vou atualizando aqui.

    O procedimento foi inspirado no vídeo abaixo, cujo mixer é idêntico ao meu.

    Basicamente, o que eu fiz foi afundar o mixer desligado até o fundo, bem devagar. Depois comecei a bater na velocidade mínima. Em poucos segundos, partes da mistura já foram atingindo a textura de maionese. Fiz movimentos lentos como o do vídeo pra pegar mais mistura e voi-la! No finalzinho, sobrou um pouco de óleo não emulsificado, mas isso não foi problema, pois eu deixei pra acrescentar o sal no final e uma misturada básica com uma colher foi suficiente pra incorporar tudo na textura desejada.

    A consistência ficou ótima e, sinceramente, não consigo imaginar o que poderia ter dado errado. Vale a pena tentar!

    yogurte grego

    14 Dec 2018 / Leonardo Barichello

    Desde que voltei da Inglaterra estou procurando um bom Yogurte grego.

    Agora deixe-me explicar o que eu quero dizer com bom yogurte grego: um yogurte que tenha a consistência do grego, que tenha um sabor parecido (nada de doce e um pouco amargo) e principalmente que tenha essencialmente um único ingrediente, leite! Esse último item é especialmente importante, afinal, os originais são feitos com esse único ingrediente. Nada de leite em pó, espessantes, mel, coisas pra adoçar ou soro de leite. Simplemente leite.

    Minha primeira reação quando olhei o setor de yogurtes no supermercado aqui no Brasil foi boa: várias opções de yogurte grego. Duas checagens de rótulo depois, eu já estava desanimando. Algumas depois eu estava totalmente desapontado. TODOS os yogurtes das marcas mais conhecidas possuem uma lista de ingredientes que vai MUITO além de "leite".

    Felizmente, essa história tem final feliz: encontrei o yogurte grego da Yorgus.

    yorgus

    Ele é um tanto mais caro que os mais comuns, mas tem apenas dois ingredientes: leite (infelizmente desnatado, mais fazer o quê) e fermentos lácteos (provavelmente os gregos podem omitir essa ingrediente, já que eu acho que é necessário para transformar leite em yogurte). E pra completar, o sabor dele é super compatível com o original! Eu recomendo.

    Atualização: algumas semanas depois deste post eu encontrei a versão integral desse mesmo yogurte (note na imagem que este era o 0% gordura) e pra minha decepção, achei o super do integral muito pesado, se aproximando muito do queijo. Portanto, fico com o 0%.



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